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  Imprensa
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Associação constante

Mônica Simionato, autora do livro Competências Emocionais, destaca importância da integração entre empresas e colaboradores em encontro do RH Debates 2009

Alegria, raiva, medo e tristeza são emoções comuns a todas as pessoas. Porém, sabemos que os sentimentos negativos provocam um efeito devastador tanto no desempenho profissional como na vida social. Esse foi o ponto de partida da antropóloga e jornalista italiana Mônica Simionato, autora do livro Competências Emocionais (Qualitymark Editora), na palestra que marcou o penúltimo encontro do RH Debates de 2009.

O evento, realizado no dia 19 de maio, no Auditório da Amil, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, reuniu 90 executivos da Área de Recursos Humanos. Com um tom de voz moderado e um modo de falar cadenciado, a antropóloga teceu com tranquilidade os fios que formam a manta das competências emocionais. Conceito de utilidade indiscutível diante de situações desafiadoras e por isso passou a ser um capital pessoal indispensável para os profissionais que desejam fazer carreira nas organizações.

Por meio de uma apresentação pontuada por exercícios de relaxamento, músicas e a exibição de um vídeo com um número emocionante de uma orquestra internacional, Mônica empolgou a platéia. Uma interação que fez fluir a reflexão sobre os fatores que tornam as competências emocionais tão importantes no âmbito corporativo nos dias atuais.

Inicialmente, a autora mostrou como o advento da modernidade, estimulada pela globalização e as novas tecnologias de comunicação, influenciam no comportamento humano. Segundo ela, o grande responsável pelos altos e baixos das emoções são os estímulos físicos, químicos e psicosociais desencadeados por um novo ritmo de vida.

Hoje, por conta da rápida troca de informações, temos uma consciência maior de pressão social. É ela que desencadeia certas irritações, incômodos e desgostos. Para levarmos uma vida plena e satisfatória, precisamos contrabalançar toda essas ansiedades com sentimentos de amor, paixão, satisfação e dedicação. Esse equilíbrio é a base das competências emocionais, revela Mônica.


Proximidade com o público interno

Ao seguir por uma linha de raciocínio que conectou de forma intermitente vida social e profissional, a antropóloga destacou também o importante papel das organizações na criação e manutenção do bem-estar de seu corpo de colaboradores. Para ela, quanto maior a dedicação da organização aos seus funcionários, mais rápido os objetivos finais, de forma geral, serão atingidos.

Coaching bem aplicados, cursos e palestras específicas, são exemplos do que as empresas podem fazer para se aproximar de seus colaboradores e conhecer seu background. É relevante saber o que pensam, como agem diante de determinadas situações e quais são suas aspirações. Esses são fatores essenciais ao desenvolvimento das capacidades profissionais e pessoais, frisa.

Quem endossa a afirmação da antropóloga é a Analista de Recursos Humanos da TV Globo, Eliana Pinho. Para aproximar a empresa de seus colaboradores, a empresa adotou como estratégia um sistema de ouvidoria de seu público interno. Uma iniciativa que parece ínfima diante de outras tantas responsabilidades maiores da corporação, mas que traz resultados inigualáveis, pois proporciona a oportunidade de trocas de informação e conhecimento entre a organização e seus funcionários.

Por meio de um Canal de Escuta, os colaboradores expõem sua visão da empresa, opiniões, sugestões e desejos. A partir daí fazemos coaching, aconselhamos, redirecionamos, entre outros. Creio que temos que buscar sempre o equilíbrio e o respeito pelas pessoas. Sabemos que o campo das relações interpessoais é complexo, mas temos que buscar através dele a harmonia para atingir os resultados buscados, ressalta Eliana.


Para mais informações sobre o RH Debates acesse o site: www.rhdebates.com.br


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Estratégia para reorientar equipes

Bernardo Leite destaca a importância da troca de informações no ambiente empresarial durante o lançamento do livro Dicas de Feedback

Não há crescimento sem Feedback. É o que garante o autor Bernardo Leite Moreira autor do livro Dicas de Feedback. O evento de lançamento da obra, realizado com apoio da Qualitymark Editora, ocorreu no dia de 29 de outubro, na Livraria Saraiva do Morumbi Shopping, em São Paulo.

Os convidados do autor e curiosos que compareceram à livraria tiveram a oportunidade de acompanhar uma palestra dinâmica e com conteúdo único sobre um dos temas mais atuais do mundo empresarial. O Feedback ou retorno da informação, é um conceito que tem-se mostrado essencial para as organizações que desejam alcançar a integração plena de suas equipes.

Durante a palestra, Bernardo Leite, que possui mais de 25 anos de experiência como consultor empresarial e comportamento organizacional, tocou em pontos fundamentais da essência e aplicações do conceito de Feedback. Num primeiro momento, o autor falou da importância do conceito no desenvolvimento humano. Para o autor, não há crescimento e desenvolvimento social e profissional sem esse tipo de acompanhamento.

Depois Bernardo destacou a relação entre Feedback e a Comunicação. Segundo ele, o Feedback surgiu da necessidade de entender se determinada comunicação atingiu o seu objetivo, ou seja, se a mensagem foi compreendida pelo receptor. Embora pareça simples, esse processo exige cuidados especiais, caso contrário troca de informações não acontece. Isso faz com que colaboradores e equipes sintam-se perdidos e afeta diretamente a produtividade e o desenvolvimento positivo do trabalho.

Não saber como se está indo, principalmente na questão profissional, causa grande desconforto, insegurança e quebra da autoestima. O ser humano tem a necessidade intrínseca de se balizar pela repercussão de seus atos para dar continuidade às suas ações. O Feedback, mesmo que para consertar erros, é altamente motivador. Não utiliza-lo é extremamente danoso, explica o autor.

Para evitar equívocos, Bernardo dá algumas dicas de como passar as informações desejadas de forma correta. É importante seguir o Ciclo de Gestão em todos os seus aspectos. Ouvir para compreender a situação, comunicar e orientar quanto aos objetivos, expectativas e eventuais dificuldades e, por fim, acompanhar sistematicamente a realização da tarefa. Essa função é indelegável de toda a liderança. Aos colaboradores, cabe o papel de ocupar um espaço que lhes possibilite ter credibilidade para essa ação.

Funcionários que participam de processos de decisão, por exemplo, têm uma visão global e colaboram para os resultados. Esses estão perfeitamente credenciados para dar Feedback aos seus chefes. Dessa forma, há uma troca de informações corretas que contribuem para a idealização de estratégias e a execução de ações para desenvolver o trabalho, afirma o especialista.

Contudo, para fazer desse Ciclo de Gestão um costume, é preciso criar uma Cultura de Feedback. O primeiro passo é esclarecer o objetivo da reorganização. A partir daí inicia-se uma série de reuniões e discutir desenvolvimentos de projetos e de trabalhos conjuntos ou individuais. De posse dessas definições, gera-se um processo de fixação do conceito e de sua aplicabilidade. Por fim, é relevante fixar essas ações na Visão de Futuro da empresa.

Dessa forma podemos utilizar o fato passado como referencial, mas o resultado está no presente e no futuro, isto é, no que vamos fazer hoje e como faremos o acompanhamento dessa ação. Fazer da Cultura de Feedback uma prática empresarial é imprescindível para a garantia de bons resultados, frisa Bernardo.


Sobre o autor:

Bernardo Leite Moreira é consultor empresarial e especialista em comportamento organizacional com reconhecida atuação em Consultoria em Gestão, Desenvolvimento Organizacional, Coaching e Desenvolvimento de Lideranças. Sua formação como um renomado psicólogo especializado em Administração de Empresas é aliada a 25 anos de experiência em diversos segmentos empresariais em níveis gerencial e diretivo. Reconhecido como um dos palestrantes que melhor reúnem conteúdo e dinâmica de apresentação), além de articulista na área de gestão e estratégia com vários textos e estudos publicados. É autor do livro Ciclo de Vida das Empresas e sócio-diretor da RH Estratégia.



 
 
 
 


 

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