À luz da Doutrina Espírita, o autor debruça-se num minucioso estudo interpretativo para “desvelar todo o véu que ocultava o pensamento do divino cantor” e, “tirar das sombras da letra e restituir às claridades do espírito que vivifica – o maior poema religioso concebido por homem terreno – A Divina Comédia”, de Dante Alighieri,
Ao reeditar esta obra atendemos à antiga aspiração de Arnaldo S. Thiago, conforme dito por ele mesmo: “Observando-a, analisando-a por outro prisma, que melhor se concilia com as luzes do século, quero apresentá-la como um dos grandes monumentos do amor pela verdade, só excedida pelo Evangelho. É tempo de desvelar-se de todo o véu e que o relegava às paragens de uma teogonia que as torna hoje inabitáveis pelo homem culto, paragens aliás nunca perlustradas por Dante, embora nos dê a impressão, por vezes, de não ter podido, na época, transitar por outros caminhos.”